Nota de pesar

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O interlocutor da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR), babalawo Ivanir dos Santos, lamenta profundamente a morte da religiosa Vilma Santos de Oliveira, mais conhecida como Yá Mukumby. Além de sacerdotisa do Candomblé, Mukumby era líder do Movimento Negro em Londrina, no Paraná. O babalawo ratifica a importância de se confiar nas autoridades competentes para elucidação dos casos de intolerância religiosa.

A polícia ainda investiga a possibilidade de o crime ter ocorrido por preconceito religioso, uma vez que o criminoso também assassinou sua própria mãe – que separava uma briga dele com a esposa – a mãe de Mukumby e uma neta dela de 10 anos. Ao ser pego, Diego Ramos Quirino se dizia evangélico e afirmava que “estava com o diabo no corpo”.

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